ombudsman
Wednesday, 06.08.08
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curioso.
Fato curioso: Dos nove candidatos à Prefeitura de Londrina, apenas o advogado Marcos Colli do PV é londrinense de fato.
Amadeu Felipe (PCB), André Vargas (PT), Antonio Belinati (PP), Barbosa Neto (PDT), Hauly (PSDB), Cheida (PMDB), Marcelo Urbaneja (PT do B) e Vilson Machado (PSOL), são nascidos em outras cidades.
ponto.
Na corrida eleitoral, o JORNAL DE LONDRINA sai na frente ao trazer no último domingo um caderno especial com entrevistas dos nove candidatos à prefeitura aos jornalistas Nelson Bortolin e Lúcio Horta.
enviado por ombudsman às 11:47 | comente
Tuesday, 05.08.08
plástica.
A FOLHA DE LONDRINA ou seria o JORNAL DO PARANÁ (?) tá de cara nova! Quem gostou, põe o dedo aqui!

- 60 anos de muita información!
enviado por ombudsman às 12:24 | 5 comentários
Monday, 04.08.08
Eleitor londrinense desconhece número de candidatos.
Amadeu Felipe da Luz Ferreira é um dos nove candidatos à Prefeitura de Londrina nas próximas eleições que realizará seu primeiro turno em 62 dias, no próximo dia 05 de Outubro. Não seria estranho se o candidato fosse confundido com uma celebridade instantânea saída de um ‘reality show’ ou um dos mais de 200 atletas brasileiros que disputam medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim.
Nem celebridades, nem atletas. Amadeu Felipe da Luz Ferreira, André Vargas, Antônio Casemiro Belinati, Homero Barbosa Neto, Luiz Carlos Hauly, Luiz Eduardo Cheida, Marcelo Urbaneja, Marcos Colli e Vilson Machado são os candidatos que disputam a cadeira de prefeito londrinense.
Outros 412 nomes disputam as 19 cadeiras no legislativo municipal.
Vitórias à parte, este ombudsman foi às ruas e constatou: A maioria dos eleitores da cidade não sabe a quantidade de candidatos que disputam a Prefeitura e a Câmara de Vereadores da cidade.
Dos londrinenses que conversaram com este ombudsman na manhã da última quinta-feira (31), apenas um soube o número exato de candidatos.
Embora a maioria afirme que nomes novos na política trariam benefícios à cidade, constata-se que os nomes lembrados durante as conversas são de candidatos que já dispõem de certo histórico na região.
Antônio Belinati (PP), Barbosa Neto (PDT), Luis Eduardo Cheida (PMDB) e Luiz Carlos Hauly (PSDB) são nomes freqüentemente citados. Amadeu Felipe (PCB), Marcelo Urbaneja (PT do B), Marcos Colli (PV), Vilson Machado (PSOL) e até mesmo o Deputado Federal André Vargas (PT), passam despercebidos neste início de campanha.
Os “entrevistados” quando questionados quais seriam os ‘quesitos básicos’ para que uma pessoa pudesse se candidatar são taxativos em afirmar que idoneidade, trabalho na comunidade, escolaridade média e uma ‘ficha limpa’ contam pontos na hora da escolha do voto.
Para a professora aposentada Aparecida Helena do Nascimento, ter o plano de governo registrado em cartório é fundamental para que o candidato, caso eleito, possa ser cobrado futuramente.
O autônomo Milton Peres acredita que o candidato com “ficha suja” chama o eleitor de bobo. “Se o cara não tem ficha limpa e não trabalhou nada, ele bota o nome dele na rua. O que ele tá falando? Todo mundo é bobo!”
Para o aposentado Francisco de Oliveira Martins, os escândalos recentes na Câmara Municipal atrairão aproveitadores. “Nessa fase que a Câmara de Vereadores teve, vai aparecer muitos pseudo-honestos querendo se aproveitar da situação para entrar na política.” E dispara: “Tem mais candidatos do que eleitor para votar.”
Vários londrinenses abordados confessaram desânimo e desinteresse por política. Alegando ‘falta de tempo’, jovens questionados afirmam que pouco acompanham as notícias sobre a política local por rádio, jornal e TV. “Só fico sabendo através das conversas no trabalho e na escola.”, afirmou o estudante Lucas Ribeiro de 18 anos. Para a secretária e universitária Patrícia Lins de 23 anos, política é cada vez mais “um assunto chato e desanimador”. Questionada se ela já teria algum candidato escolhido, Patrícia é taxativa: “Vou votar nulo.”
Não é só o desconhecido Amadeu Felipe que terá muito trabalho pela frente na conquista de alguns votos. Até mesmo candidatos que já figuraram páginas de revista de circulação nacional e manchetes de jornais em horário nobre, terão muito trabalho para conquistar um eleitorado cada vez mais cético e desinteressado.